quarta-feira, 29 de agosto de 2007
INFORMÁTICA...
Chama-se genericamente informática ao conjunto das Ciências da Informação, estando incluídas neste grupo: a teoria da informação, o processo de cálculo, a análise numérica e os métodos teóricos da representação dos conhecimentos e de modelagem dos problemas.
Habitualmente usa-se o termo informática para referir especificamente o processo de tratamento automático da informação por meio de máquinas eletrônica definidas como computadores.
O estudo da informação começou na matemática, começaram a estudar que tipos de problemas poderiam ser resolvidos, ou computados, por elementos humanos que seguissem uma série de instruções simples de forma automática, independente do tempo requerido para isso. A motivação por trás destas pesquisas era o avanço da automaçãodurante a revolução industrial e da promessa que máquinas poderiam futuramente conseguir resolver os mesmos problemas de forma mais rápida e mais eficaz. Do mesmo jeito que as indústrias manuseiam matéria-prima para transformá-la em um produto final, os algoritmos foram desenhados para que um dia uma máquina pudesse tratar informações. Assim nasceu a informática.
Origem da palavra informática
Em 1957, o cientista da computação alemão Karl Steinbuch publicou um jornal chamado Informatik: Automatische Informationsverarbeitung ("Informática: processamento automático de informação").
A palavra portuguesa é derivada do francês informatique, vocábulo criado por Philippe Dreyfus, em 1962, a partir do radical do verbo francês informer, por analogia com mathématique, électronique, etc.
Em português, há profissionais da área que também consideram que a palavra informática seja formada pela junção das palavras informação + automática, embora essa concepção esteja historicamente errada.
domingo, 22 de julho de 2007
FÉRIAS, FINALMENTE
Estava ansiosa por este dia. A partir de ontem iniciaram-se as minhas tão esperadas férias, pois este ano para mim está sendo bastante cansativo, estou com 31 períodos em sala de aula, muitas turmas,trabalhos e provas para corrigir e todas as burocracias de papéis para preencher com alunos em recuperação...
Mas o meu propósito é colocar as atividades em dia e dedicar o máximo no meu TCC.
terça-feira, 5 de junho de 2007
PENSANDO NO MEU TCC
ÀS VEZES SENTIMOS QUE O QUE FAZEMOS É TÃO SOMENTE UMA GOTA NO MAR, PORÉM O MAR SERIA MENOR SE LHE FALTSSE ESSA GOTA."
Estou pensando muito no meu trabalho de TCC. Tenho muitas idéias mas na hora de elaborar fico com muitas dúvidas.
Continuando............
segunda-feira, 7 de maio de 2007
PROA 8
Estou lendo muito Paulo Freire, pois este estudo faz parte do Seminário PROA 8, está muito interessante.O Método Paulo Freire consiste numa proposta para a alfabetização de adultos desenvolvida pelo educador Paulo Freire, que criticava o sistema tradicional que utilizava a cartilha como ferramenta central da didática para o ensino da leitura e da escrita. As cartilhas ensinavam pelo método da repetição de palavras soltas ou de frases criadas de forma forçosao que comumente se denomina como linguagem de cartilha, por exemplo Eva viu a uva, o boi baba, a ave voa.
Freire aplicou publicamente seu método, pela primeira vez no Centro de Cultura Dona Olegarinha, um Círculo de Cultura do Movimento de Cultura Popular (Recife). Foi aplicado inicialmente com 5 alunos, dos quais três aprenderam a ler e escrever em 30 horas, outros 2 desistiram antes de concluir. Baseado na experiência de Angicos, onde em 45 dias alfabetizaram-se 300 trabalhadores, João Goulart, presidente na época, chamou Paulo Freire para organizar uma Campanha Nacional de Alfabetização. Essa campanha tinha como objetivo alfabetizar 2 milhões de pessoas, em 20.000 círculos de cultura, e já contava com a participação da comunidade - só no estado da Guanabara (Rio de Janeiro) se inscreveram 6.000 pessoas. Mas com o Golpe de 64 toda essa mobilização social foi reprimida, Paulo Freire foi considerado subversivo, foi preso e depois exilado. Assim, esse grande projeto foi infelizmente abandonado. Em seu lugar surgiu o MOBRAL, uma iniciativa para a alfabetização, porém, visceralmente distinta dos ideais freirianos.
segunda-feira, 16 de abril de 2007
DESENVOLVENDO O PA NA ESCOLA
Estou desenvolvendo o PA na Escola onde trabalho 20h. Os alunos adoram ir ao laboratório mas, gostam de ficar muito a vontade. Mas acredito que aos poucos vão se conscientizando para novas metodologias de trabalho.
"Reinventar a escola como um espaço privilegiado de aprendizagem de construção de novos conceitos, aquisição de novas informações, convívio com as diferenças e da ampliação de vínculos com as novas tecnologias que provocam mudanças sociais e comportamentais, exigindo que a escola e o professor ultrapassem as amarras institucionais e pessoais na busca de um novo referencial pedagógico, onde a inclusão digital oportunize a formação de indivíduos críticos, competentes e atuantes no seu meio."
quarta-feira, 21 de março de 2007
PROA 07
UTILIZANDO AS TECNOLOGIAS ASSISTIVAS.
Como você pode ver, uso o computador de uma maneira diferente, com os dedos dos pés. A razão disso é que, devido a um acidente de parto em que me faltou oxigênio, fiquei com uma paralisia cerebral. Apesar disso, minhas funções mentais não foram prejudicadas e sou mental e psicologicamente normal – a Internet é o único espaço em que esse fato é evidente: em geral, as pessoas têm uma imensa dificuldade em acreditar que não tenho retardo mental, problemas de percepção ou pelo menos uma ingenuidade elefantina.
De fato, como não posso falar – como também não me é possível andar, comer, me vestir etc, sem ajuda – a comunicação comigo é bastante complicada e, por isso, era bem problemático expressar o que me passava pela cabeça – na melhor das hipóteses, alguém tinha de dizer o alfabeto inteiro para que formasse as palavras letra por letra, o que inviabilizava qualquer tipo de conversação –, o que pode facilmente ser interpretado como sinal de retardo mental, já que cerca de metade das pessoas com paralisia cerebral tem esse problema, sem falar do preconceito, que é mais forte em países como o Brasil. Superar essa dificuldade de comunicação foi um longo processo, o qual foi da compra de uma máquina de escrever elétrica – que hoje me parece algo da Idade da Pedra – até o ingresso na Internet, cuja etapa mais importante foi a confecção de uma prancha com letras e números, coisa simples mas que me permitiu conversar em tempo real – uso todos esses meios do mesmo modo, com os dedos dos pés.
Só tive oportunidade de estudar até a sexta série, mas meu nível cultural não deixa nada a dever ao de um universitário. De fato, para fugir do tédio virei um leitor voraz e acabei me tornando autodidata em Economia. Também gosto de história, filosofia, ciência – particularmente física, astronomia e matemática –, tecnologia e ficção cientifica.
Até 1995, me sentia sem forças para tentar trabalhar, o que só mudou com uma psicoterapia que comecei meio a contragosto num momento difícil. Após diversas tentativas de obter um computador, uma congregação religiosa doou o dinheiro que me possibilitou atingir tal objetivo. Inicialmente trabalhei dois anos fazendo cartões de visita, impressos de vários tipos, folhas de pagamento, em sociedade com uma irmã, e depois, sozinho, webdesign e algumas traduções॥ A banalidade desses serviços – exceto os dois últimos – me desestimula bastante, ainda mais porque o retorno financeiro não é grande coisa। Porém, trabalhar não é nada trivial para uma pessoa com deficiência, especialmente num país como este।
Este foi o segundo site feito por uma pessoa com deficiência na Internet brasileira, o que me fez ser tema de inúmeras matérias na mídia impressa. Muita gente – como a maioria dos autores dessas reportagens – me considera um vencedor, um herói, mas não gosto dessa imagem porque acho que minha reação às limitações físicas é uma mera questão de sobrevivência – certamente há algo de extraordinário nisso, mas não muito. Todo mundo tenta instintivamente compensar suas limitações, embora as pessoas se surpreendam com os resultados dessa atitude nos deficientes físicos. Prefiro que me encarem como um lutador, um ser humano que se viu na contingência de ter que enfrentar problemas maiores do que os normais para ter sonhos – dos quais o maior é ter um relacionamento inteiramente não-virtual com uma mulher – e alegria de viver.
Ronaldo Correia Júnior
segunda-feira, 11 de dezembro de 2006
EDUCAÇÃO E CYBERCULTURA
"Hoje em dia, a simulação exerce um papel crescente nas atividades de pesquisa científica, de concepção industrial, de gestão, de aprendizado, mas também para o jogo e a diversão (em especial os jogos interativos na tela). Em teoria, em experiência, a maneira de industrialização da experiência de pensamento – a simulação – é um modo especial de conhecimento, próprio da cybercultura nascente. Na pesquisa, seu principal interesse não está, evidentemente, na substituição da experiência, nem em fazer as vezes de realidades, mas em permitir a formulação e a rápida exploração de um grande número de hipóteses. Sob o ângulo da inteligência coletiva, ela permite a colocação em imagens e a partilha de mundos virtuais e de universos de significado de uma grande complexidade".
A tecnologia não é a solução para todos os problemas da educação. Mas ela traz um grande potencial, que é a do registro, da atualização constante, e o mais importante, da autoria do aluno. Aluno e professores são vistos como criadores, possibilitando a comunicação entre todos.
segunda-feira, 27 de novembro de 2006
A CRIANÇA E A TV
A TV é, como todos sabem, o meio mais eficaz de divulgar uma mensagem ao maior número possível de pessoas. Mas, quais pessoas? Qual mensagem? A resposta: qualquer mensagem para qualquer pessoa que esteja em frente ao aparelho de TV. Como resultado da diversidade de interesses, temos um número infindável de mensagens sendo captadas e assimiladas por quem não deveria, em princípio, recebê-las. Podemos citar como exemplo as constantes cenas de violência a que somos submetidos, cada vez com maior intensidade, dentro de nossos lares, na suposta intenção de nos manter informados sobre os perigos do mundo atual. Naturalmente, uma mente esclarecida sabe distinguir o real da ficção, o exagero do fato acontecido, procura confrontar diferentes fontes de informação antes de emitir juízo a respeito. Mas, e as crianças? Cada vez mais, temos crianças como principais espectadoras desse espetáculo, por vezes grotesco, que nos vêm através desse meio de comunicação. Outro exemplo significativo são as cenas eróticas que, igualmente, aparecem cada vez com maior freqüência. São um estímulo à erotização precoce das crianças. Hoje, as crianças não querem mais usar roupas de criança. Querem roupas iguais às dos adultos. Querem parecer atraentes, embora ainda não tenham consciência do que seja um romance, da carga de emoções envolvida, e, além disso, ainda não querem realmente um namoro. Querem apenas imitar os adultos em seus modos, suas atitudes, sem saber exatamente o que isso significa. Esses foram apenas dois exemplos relativos ao conteúdo. Mas, independente do conteúdo, há outro problema inerente a esse meio de comunicação. Ele não convida à reflexão. As imagens se sucedem de forma muitas vezes desconexa, apresentando vários assuntos em um curto espaço de tempo. A criança, muitas vezes, não compreende o que está vendo. Apenas assiste passivamente, assimilando imagens sem ter critério para saber quando deve parar de assistir. Em conseqüência, essas imagens vão atormentar a mente da criança, que vai dormir com lembrança de imagens confusas e tenebrosas, que não sabe o que significam, e nem sabe exprimir de forma coerente para que alguém possa esclarecê-la. Cabe aos pais ou responsáveis tomar atitudes positivas e coerentes no sentido de evitar o uso indiscriminado da televisão por seus filhos. Não é uma tarefa fácil. Se não vêem na própria casa, vêem na casa dos amigos, dos vizinhos, dos parentes. Com esse argumento, muitos pais simplesmente desistem de exercer seu controle e acabam por não se importar que seus filhos fiquem acordados até tarde e até colocam televisão nos quartos. Dizem “não adianta mesmo”, e acabam abandonando seu papel de educadores, deixando que os “profissionais” da comunicação o façam. Exercer controle não é fácil, mas virar as costas ao problema acaba por aumentá-lo, acumulando problemas educacionais para o futuro, quando se tornam ainda mais graves.
Leonardo Nogueira de Deus
terça-feira, 21 de novembro de 2006
CORUJANDO HENRIQUE
Meu filho HENRIQUE(à esquerda) no centro o sobrinho do Ronaldinho Gaúcho em POA.
Henrique com jogador Pinga Henrique preparando para o treino no
INTER de POA.
Henrique foi convidado para treinar no inter de POA, para disputar um torneio internacional em 2008. Mas o problema está em que moramos em Carazinho, dificultando um pouco este sonho
de ser jogador de futebol. Mas virão outras oportunidades, ou melhor talvez moramos em POA para ficar tudo mais fácil?
Sucesso meu garoto.
Beijos da mamãe
Elizete
FILHOS
segunda-feira, 20 de novembro de 2006
20 DE NOVEMBRO
A cada ano, o dia 20 de novembro se consolida como uma data de grande significado no calendário histórico nacional. A memória de Zumbi dos Palmares reafirma-se no panteão dos heróis que escreveram, com a própria vida, a história do povo brasileiro, na luta por ideais grandiosos, tais como igualdade e justiça social. O Quilombo dos Palmares é um dos principais símbolos da resistência negra na época da escravidão, também conhecido por Angola Janga, que significa Angola Pequena. Localizava-se na Serra da Barriga, atual Estado de Alagoas, local de grandes plantações de cana-de-açúcar.Durante cem anos (1595-1695), Palmares constituiu um foco de resistência aos ataques da Coroa, conseguindo também ter uma vida social extremamente organizada, chegando a contar, em 1640, segundo os holandeses, quase dez mil quilombolas. Era de interesse dos grandes proprietários de terra aniquilar Palmares, para tentar recuperar escravos e para evitar que, tendo Palmares como referência, os escravos tivessem maior motivação para a fuga. Para Zumbi, o mais importante não era viver livre, mas libertar todos os negros ainda escravos. Em função da sua expressão histórica e da resistência que representa, o dia 20 de novembro, dia da morte de Zumbi dos Palmares, foi adotado pelo Movimento Negro Brasileiro como o Dia Nacional da Consciência Negra, data que é celebrada em todo o país.
Se prestarmos atenção às pessoas que estão ao nosso redor, veremos que muitas têm avós italianos, pais árabes, origem espanhola, alemã ou portuguesa. Mais claramente, veremos uma grande maioria de crianças ou adultos com traços fisionômicos que evidenciam sua origem negra. O negro é talvez o elemento que maior contribuição trouxe à formação da cultura brasileira. Nos porões dos navios negreiros, já vinham os germes do samba, do frevo, do candomblé, do carnaval, do culto à Iemanjá, do sabor quente e forte de nossa comida, além de crenças e hábitos os quais nos acostumamos tanto, que nem paramos para pensar de onde vêm. Mas hoje, 113 anos depois de outorgada a abolição da escravatura, ainda podemos acompanhar a luta das ONGs com a questão racial para mudar a imagem social do negro no País.
A cultura negra sempre esteve atrelada à escravidão e ao preconceito. A maioria das pessoas acredita que existe um racismo silencioso, pois muitas delas preferem não falar sobre o assunto. "O racismo explícito, pelo menos no meio urbano, vai se enfraquecendo, principalmente por conta da consciência crescente de que é prática criminosa. Mas o preconceito (que é o racismo subterrâneo) continua. E é fomentado, principalmente, pelas novelas da Rede Globo, que são um veículo muito poderoso", comenta Nei Lopes, compositor e um dos maiores estudiosos de história do povo negro no Brasil.
O preconceito racial é sempre adquirido através da aprendizagem. Em geral, a pessoa é levada desde criança a ter idéias e atitudes preconceituosas, por viverem numa sociedade em que predominam valores racistas. "A sociedade brasileira põe na nossa cabeça - veja os negros sempre fazendo papel de subalternos nas novelas - que nós somos inferiores, porque nossos antepassados foram escravos e os dos donos do poder foram senhores. Prevenir isso só através da Educação Fundamental, com uma revisão completa da História, e por meio de ações governamentais afirmativas", diz Nei Lopes.
Apesar do mito da democracia racial, os índices de desigualdade econômica e social entre negros e brancos demonstram o grau de racismo existente no País. A realidade contemporânea reflete estereótipos do tempo da escravidão, com o negro continuando a viver à margem da sociedade. Ainda segundo Nei Lopes, há razões históricas para isso: " A Abolição foi feita de qualquer maneira e não teve medidas que a complementasse. A sociedade de então optou claramente por branquear a nação pela imigração européia e jogou os recém libertos, literalmente, no lixo. Sob o ponto de vista histórico, o racismo serviu freqüentemente para justificar a dominação e a exploração de um grupo por outro. Hoje, quase metade da população do País é negra, mestiça ou parda, não tendo realizado o sonho das elites brasileiras com a vinda dos imigrantes europeus.
Pesquisa: Simoneuza Oliveira / Psicopedagoga
quinta-feira, 16 de novembro de 2006
RECEPTOR PASSIVO X ATIVO
SEGUNDA, 16 DE NOVEMBRO DE 2006.
"MESTRE É AQUELE QUE SABE RESPEITAR A PERSONALIDADE DO APRENDIZ, PARA QUE ELE SE DESENVOLVA LIVREMENTE".(Sérgio Milliiel)
Mais uma disciplina a todo o vapor: PROA 12- Intergração de Mídias ( TV, Internet, Rádio) no Cotidiano Escolar.
A tecnologia está crescendo a cada dia visivelmente, todos os nossos alunos tem celular, TV, e tantos outros recursos tecnológicos. Acredito que esta disciplina nos proporcionará subsídios para as nossas aulas.
ALGUMAS QUESTÕES SOBRE CONSUMO CULTURAL E RECEPÇÃO
-Uso que as crianças e adolescentes fazem das mídias,
-Posssibilidades que existem, no trabalho escolar, de propor intervenções com as crianças e jovens, de modo a valorizar sua ação sobre os meios.
-O expectador nunca é passivo, porque sempre de alguma forma, ele estará envolvido com o que vê, ouve.
-Só pelo fato de assistir, fisicamente, a imagens da TV, já estamos agindo.
-O consumo cultural tem a ver com as práticas cotidianas de acesso e busca de produtos dos diferentes meios (rádio, TV, cinema, jornal, revistas, Internet, etc), e que fazem parte fundamental de vida das crianças e de todos nós.
-Fazer um levantamento sobre como os alunos assistem à TV, como lêem livros e revistas, quais as suas escolhas, qual a frequência com que têm acesso a esse produtos, permitindo assima formação do que se tem chamado de "espectador crítico"'
Estou super animada, mas confesso um pouco cansada, na escola muitas notas para encerrar, chamadas..... mas vamos em frente.
terça-feira, 7 de novembro de 2006
segunda-feira, 6 de novembro de 2006
AS FUNÇÕES DA AVALIAÇÃO
SEGUNDA- FEIRA 06 DE NOVEMBRO DE 2006.
Conforme alguns autores a função da avaliação é:
Mariano Enguita: "As funções da avaliação são potencialmente duas: o diagnóstico e a classificação. Da primeira, supõe-se que permita ao professor e ao aluno detectar os pontos fracos deste e extrair as conseqüências pertinentes sobre onde colocar posteriormente a ênfase no ensino e na aprendizagem. A segunda tem por efeito hierarquizar e classificar os alunos. A escola prega em parte a avaliação com base na primeira função, mas a emprega fundamentalmente para a segunda."
"A avaliação (...) tem de adequar-se à natureza da aprendizagem, levando em conta não só os resultados das tarefas realizadas, o produto, mas também o que ocorreu no caminho, o processo. Para isso é preciso observar:Que tentativas o aluno fez para realizar a atividade?Que dúvidas manifestou?Como interagiu com os outros alunos?Demonstrou alguma independência?Revelou progressos em relação ao ponto em que estava?""A avaliação deve servir para subsidiar a tomada de decisões em relação à continuidade do trabalho pedagógico, não para decidir quem será excluído do processo."
Como é complexo o ato de avaliar? Quantas injustiças se faz quando não separamos a antipatia que se tem com o aluno, com o desenvolvimento de sua aprendizagem.
terça-feira, 3 de outubro de 2006
INCLUSÃO: O INÉDITO VIÁVEL.
Em nossas salas de aula temos vários tipos de alunos:
NORMAL- (dito normal).
ALUNO COM RITMOS DIFERENCIADOS-(lento para realizar toda e qualquer atividade, ou ao contrário aquele aluno que realiza tudo superficialmente).
ALUNO COM ALGUMA DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM- (entre elas : dificuldades na leitura, na escrita, na fala, na organização espacial ou temporal , no raciocínio lógico matemático, etc..).
ALUNO COM NECESSIDADES ESPECIAIS- (como : deficiência auditiva, mental, visual, física, múltipla ou superdotado).
ALUNO COM DISTURBIO DE CONDUTA-(aluno hiperativo, agressivo, com fobias escolares, com medo,agitado, inquieto, instável, ciumento, tímido, negativo, problemas familiares, autistas, etc.)
ALUNO COM DOENÇA MENTAL- (psicótico, esquizofrênico, etc..)
Acredito que a escola, como uma instituição, seja o ambiente propício para possibitar a interação da criança no meio social. A inclusão, deve ser o início para que a sociedade receba estes seres especiais, oferecendo a oportunidade para que eles possam relacionar-se com seus amigos, com ou sem necessidades especiais, para interagirem, experienciarem e vivencirem situações como qualquer outro ser.
"NUNCA É UM ERRO SE IMPORTAR COM ALGUÉM"
Com muito carinho e afeto podemos fazer a diferença . segunda-feira, 18 de setembro de 2006
TEORIAS DE APRENDIZAGEM
Processo de aprendizagem por estímulos
Através da ação sobre o meio físico e da interação com o ambiente social, processam-se o desenvolvimento e a aprendizagem da criança. O mecanismo básico do cérebro se dá por meio de impulsos nervosos, que passam de um neurônio a outro, por pontes chamadas sinapses. Submetida a estímulos, tanto táteis, quanto da visão, audição, olfato ou paladar, a criança se desenvolve de uma maneira mais adequada, pela diversidade de incentivos.
O desenvolvimento do cérebro infantil, necessário para igualar o órgão ao de um adulto, se dá justamente pelas exigências, pelos desafios e estímulos aos quais a criança é submetida. As primeiras experiências da vida, então, são tão importantes que podem mudar por completo a maneira com que cada pessoa se desenvolve.
Jean Piaget, o pai da Teoria Construtivista, entende o conhecimento como resultante da adaptação da criança ao meio, algo que se constrói. Já para Lev Semyonovich Vygotsk, cujo trabalho se voltou fundamentalmente ao desenvolvimento cognitivo, o desenvolvimento das funções psíquicas da criança interage continuamente com a aprendizagem. Nas duas filosofias, o ponto comum diz respeito à necessidade de estímulos para a interação com o meio.
Testes clínicos por todo o mundo mostram que crianças pouco estimuladas, em todos os aspectos, não desenvolvem de forma apropriada os sentidos de equilíbrio e localização corporal, além de não se desenvolver intelectualmente.
À medida que vão crescendo, se adequadamente estimuladas, esquemas de assimilação vão se desenvolvendo. Diante de alguma dificuldade de interpretação ocorre um desequilíbrio desta assimilação, que leva a tentativas de solução para posterior acomodação dos novos esquemas à realidade.
Exatamente aí entra o computador, como uma rica fonte de estímulos durante uma fase de desenvolvimento psíquico e neurológico. Especialmente no aspecto da interatividade criança/computador. Criam-se modelos, opções e das respostas a estes esquemas, certas ou erradas, decorre a aprendizagem. (www.educativa.net)
domingo, 17 de setembro de 2006
PROJETOS ....
PROJETOS:
APRENDENDO E ENSINANDO
A pedagogia de projetos deve permitir que o aluno aprenda fazendo e reconheça a própria autoria naquilo que produz por meio de questões de investigação que lhe impulsionam a contextualizar conceitos já conhecidos e descobrir outros que emergem durante o desenvolmento do projeto. nesta situação de aprendizagem, o aluno precisa selecionar informaçôes signicativas, tomar decisões, trabalhar em grupo, gerenciar confronto de idéias, desenvolver competências interpessoais para aprender de forma colaborativa com seuspares.
É fundamental a presença do professor, pois ao mesmo tempo que o aluno precisa reconhecer sua própria autoria no projeto, ele também precisa sentir a presença do professor, que ouve, questiona e orienta, visando a construção de conhecimento do aluno.O trabalho por projeto integra diversas áreas do conhecimento, assim também possibilita o uso de diferentes recursos tecnológicos.
segunda-feira, 4 de setembro de 2006
INTELIGÊNCIA
Estou lendo EDUCAÇÃO DOS SENTIDOS de Rubem Alves, e achei fantástica a comparação e a definição que ele faz com a inteligência.
"Veio-me a idéia de que a inteligência muito se parece com o pênis. Não se assuste: o mundo está cheio de analogias mais estranhas...Pois o que é um pênis? É um órgão que, no estado normal, é um apêndice ridículo, flácido que realiza funções excretoras automáticas que não demandam grandes reflexões. Mas, se provocado pelo desejo, ele passa por curiosas metamorfoses hidráulicas que lhe dão a capacidade de ter prazer, de dar prazer e de criar vida. Se não há desejo, é inutil que a cabeça lhe dê ordens...
Assim também é a inteligência. No cotidiano ela se encontra num estado flácido que é mais do que suficiente para realização das tarefas rotineiras. Quando, entretanto, é provocada pelo desejo, ela cresce e se dispõe a fazer coisas ditas impossíveis.
Uma inteligência flácida é uma inteligência sem desejo....................Mas é claro que os professores sejam mestres na dita ARTE DE VER, OUVIR..."
sábado, 12 de agosto de 2006
CONSEGUI!!!
Depois de várias tentativas consegui completar atividade Proa 11.Fiz o inventário do que sei e não sei sobre as diversas ferramentas que utilizo.Acho complicado falar das coisas que não sei.Tudo isso que está acontecendo comigo,essas minhas dificuldades estão me questionando quanto ao processo de aprendizagem.
quarta-feira, 9 de agosto de 2006
ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL
Iniciei as atividades do segundo semestre na disciplina de ciências um pouco diferente. Fiz o planejamento das aulas junto com meus alunos, e solicitei que relacionassem assuntos os quais gostariam que fossem trabalhados, entre tantos o mais destacado foi sobre ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL.Depois de escolhido o tema combinamos como seriam as aulas, o que iriamos fazer e a maior satisfação era as aulas práticas. Hoje fizemos um sanduiche natural, e foi muito gratificante porque todos os alunos colaboraram no sentido de trazer de casa quem tinha (alface, salsa, tomate, cenoura,pepino) e outros ingredientes que foi necessário comprar todos os alunos colaboraram. Um fato muito interessante foi que durante as aulas onde comentávamos quais as frutas e verduras que tínhamos o hábito de comer, vários alunos colocavam que não gostavam ou de tomate, cenoura, pepino.... eu tentava convencê-los que as vezes a gente acha que não gosta mas temos que comer, sentir o gosto realmente dos vegetais, das vitaminas que eles contém, que a nossa saúde começa por tudo aquilo que ingerimos......, e hoje o dia mais esperados por eles onde fizemos um sanduíche natural tamanho gigante, todos estavam felizes, colaborando, e aqueles que não gostavam de certos legumes e vegetais , hoje falavam, mas como é bom tomate junto com alface, ah! eu não gostava mas agora vou sempre comer. Me senti muito realizada depois dessa aula. Quanto é importante nós como professores tentar planejar algumas atividades com nossos alunos porque assim eles também se comprometem para o sucesso da aprendizagem.
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