domingo, 11 de março de 2012
DICAS PARA RECONHECER OS ÍNDIGOS
* Tem alta sensibilidade
* Tem excessivo montante de energia
* Distraem-se facilmente
* Têm baixo poder de concentração
* Requerem emocionalmente estabilidade e segurança dos adultos
* Resistem à autoridade se não for democraticamente orientada
* Possuem maneiras preferenciais na aprendizagem particularmente na leitura e matemática
* Aprendem através do nível de explicação, resistindo à memorização mecânica ou a serem simplesmente ouvintes
* Não conseguem ficar quietas ou sentadas, a menos que estejam envolvidas em alguma
coisa do seu interesse
* São muito compassivas; tem muitos medos tais como a morte e a perda dos amados
* Se elas experimentarem muito cedo decepção ou falha, podem desistir e desenvolver um
bloqueio permanente.
CRIANÇAS ÍNDIGOS
A partir da década de 80, elas começaram a chegar, mais e mais. São crianças
espetaculares. Elas chegam para ajudar a Humanidade na transformação social,
educacional, familiar e espiritual de todo o planeta, independente das
fronteiras e das classes sociais. Estas crianças são como catalisadores para
desencadear as reações necessárias para as transformações.Estas crianças
possuem uma estrutura cerebral diferente naquilo que toca ao uso das
potencialidades dos hemisférios esquerdo (menos) e direito (mais). Isso quer
dizer que elas vão além do plano intelectual, sendo que no plano comportamental
está o foco do seu brilho. Elas exigem do ambiente em volta delas certas
características que não são comuns ou autênticas nas sociedades atuais. Elas
ajudar-nos-ão a destituir dois paradigmas da humanidade:- Elas nos
ajudarão a diminuir o distanciamento entre o PENSAR e o AGIR. Hoje na nossa
sociedade todos sabem o que é certo ou errado. No entanto, nós freqüentemente
agimos diferentemente do que pensamos. Dessa maneira, estas crianças vão nos
induzir a diminuir este distanciamento gerando assim uma sociedade mais
autêntica, transparente, verdadeira, com maior confiança nos
inter-relacionamentos;- Elas também nos ajudarão a mudar o foco do EU
para o PRÓXIMO, inicialmente a partir do restabelecimento da autenticidade e
confiança da humanidade, que são pré-requisitos para que possamos respeitar e
considerar mais o PRÓXIMO do que a nós mesmos. Como conseqüência, teremos a
diminuição do egoísmo, da inveja, das exclusões, resultando numa maior
solidariedade, partilha e cooperação entre todos os seres.Talvez esteja
a questionar-se: como é que estas crianças vão fazer tal transformação?
Através do questionamento e transformação de todas as entidades rígidas que
as circundam. Começando pela Família, que hoje se baseia na imposição de regras,
sem tempo de dedicação, sem autenticidade, sem explicações, sem informação, sem
escolha e sem negociação. Estas crianças simplesmente não respondem a estas
estruturas rígidas porque para elas é imprescindível haver opções, relações
verdadeiras e muita negociação. Elas não aceitam serem enganadas porque elas têm
uma "intuição" nata para perceber as verdadeiras intenções e, mais, não têm
medo. Portanto, intimidá-las não traz qualquer resultado, porque elas sempre
encontrarão uma maneira de obter a verdade. Elas percebem as verdadeiras
intenções e as fraquezas dos adultos.
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sexta-feira, 9 de março de 2012
DISLEXIA
Dislexia é um transtorno genético e hereditário da linguagem, de origem neurobiológica, que se caracteriza pela dificuldade de decodificar o estímulo escrito ou o símbolo gráfico. A dislexia compromete a capacidade de aprender a ler e escrever com correção e fluência e de compreender um texto. Em diferentes graus, os portadores desse defeito congênito não conseguem estabelecer a memória fonêmica, isto é, associar os fonemas às letras.De acordo com a Associação Brasileira de Dislexia, o transtorno acomete de 0,5% a 17% da população mundial, pode manifestar-se em pessoas com inteligência normal ou mesmo superior e persistir na vida adulta.A causa do distúrbio é uma alteração cromossômica hereditária, o que explica a ocorrência em pessoas da mesma família. Pesquisas recentes mostram que a dislexia pode estar relacionada com a produção excessiva de testosterona pela mãe durante a gestação da criança.
SINTOMAS
Os sintomas variam de acordo com os diferentes graus de gravidade do distúrbio e tornam-se mais evidentes durante a fase da alfabetização. Entre os mais comuns encontram-se as seguintes dificuldades:
1) para ler, escrever e soletrar;
2) de entendimento do texto escrito;
3) para de identificar fonemas, associá-los às letras e reconhecer rimas e aliterações;
4) para decorar a tabuada, reconhecer símbolos e conceitos matemáticos (discalculia);
5) ortográficas: troca de letras, inversão, omissão ou acréscimo de letras e sílabas (disgrafia);
6) de organização temporal e espacial e coordenação motor.
DIAGNÓSTICO
O diagnóstico é feito por exclusão, em geral por equipe multidisciplinar (médico, psicólogo, psicopedagogo, fonoaudiólogo, neurologista). Antes de afirmar que uma pessoa é disléxica, é preciso descartar a ocorrência de deficiências visuais e auditivas, déficit de atenção, escolarização inadequada, problemas emocionais, psicológicos e socioeconômicos que possam interferir na aprendizagem.É de extrema importância estabelecer o diagnóstico precoce para evitar que sejam atribuídos aos portadores do transtorno rótulos depreciativos, com reflexos negativos sobre sua auto-estima e projeto de vida.
TRATAMENTO:
Ainda não se conhece a cura para a dislexia. O tratamento exige a participação de especialistas em várias áreas (pedagogia, fonoaudiologia, psicologia, etc.) para ajudar o portador de dislexia a superar, na medida do possível, o comprometimento no mecanismo da leitura, da expressão escrita ou da matemática.
RECOMENDAÇÕES
* Algumas dificuldades que as crianças podem apresentar durante a alfabetização só ocorrem porque são pequenas e imaturas e ainda não estão prontas para iniciar o processo de leitura e escrita. Se as dificuldades persistirem, o ideal é encaminhar a criança para avaliação por profissionais capacitados;* O diagnóstico de dislexia não significa que a criança seja menos inteligente; significa apenas que é portadora de um distúrbio que pode ser corrigido ou atenuado;* O tratamento da dislexia pressupõe um processo longo que demanda persistência;* Portadores de dislexia devem dar preferência a escolas preparadas para atender suas necessidades específicas;* Saber que a pessoa é portadora de dislexia e as características do distúrbio é o melhor caminho para evitar prejuízos no desempenho escolar e social e os rótulos depreciativos que levam à baixa-estima.
DISLALIA INFANTIL
É o transtorno de linguagem mais comum em crianças e o mais fácil de se identificar. A dislalia é um distúrbio da fala que se caracteriza pela dificuldade de articulação de palavras: o portador da dislalia pronuncia determinadas palavras de maneira errada, omitindo, trocando, transpondo, distorcendo ou acrescentando fonemas ou sílabas a elas.Quando se encontra um paciente dislálico, deve-se examinar os órgãos da fala e da audição a fim de se detectar se a causa da dislalia é orgânica (mais rara de acontecer, decorrente de má-formação ou alteração dos órgãos da fala e audição), neurológica ou funcional (quando não se encontra qualquer alteração física a que possa ser atribuída à dislalia).A dislalia também pode interferir no aprendizado da escrita tal como ocorre com a fala.A maioria dos casos de dislalia ocorre na primeira infância, quando a criança está aprendendo a falar. As principais causas, nestes casos, decorrem de fatores emocionais, como, por exemplo, ciúme de um irmão mais novo que nasceu, separação dos pais ou convivência com pessoas que apresentam esse problema (babás ou responsáveis, por exemplo, que dizem “pobrema”, “Framengo”, etc.), e a criança acaba assimilando essa deficiência.É o transtorno de linguagem mais comum em meninos, e o mais conhecido e mais fácil de se identificar. Pode apresentar-se entre os 3 e os 5 anos, com alterações na articulação dos fonemas. O diagnóstico de um menino com dislalia, revela-se quando se nota que é incapaz de pronunciar corretamente os sons vistos como normais segundo sua idade e desenvolvimento. Uma criança com dislalia, pode substituir uma letra por outra, ou não pronunciar consoantes. Quando o bebê começa a falar, o fará emitindo os sons mais simples, como o m ou o p. Não é para menos que o dizer mamãe ou papai não terá que fazer muito esforço, desde quando receba estimulação. A partir daí, o bebê começará a pronunciar sons cada vez mais difíceis, o que exigirá mais esforço dos músculos e órgãos ligados à fala. É muito normal que as primeiras falsa do bebê, entre o 8º e o 18º mês de idade, apresentem erros de pronúncia. O bebê dirá aua, quando pedir água, ou peta, quando quiser chupeta. Os bebês simplificarão os sons para que facilitarem a pronúncia. No entanto, à medida que o bebê adquira mais habilidades na articulação, sua pronúncia será mais clara. Enquanto esse processo não se realiza, pode-se falar de dislalias. Quando a dislalia começa? Quando uma criança menor de 4 anos apresenta erros na pronúncia, é considerado como normal, uma etapa no desenvolvimento da linguagem infantil. Nessa etapa, não se aplica tratamentos, já que sua fala está em fase de maturação. No entanto, se os erros na fala se mantém depois dos 4 anos, deve-se consultar um especialista em audição e linguagem, um fonoaudiólogo, por exemplo.
Tipos de dislalia;
A dislalia é muito variada. Existem dislalias orgânicas, audiógenas, ou funcionais.
A dislalia funcional é a mais frequente e se caracteriza incorretamente o ponto e modo de articulação do fonema.
A dislalia orgânica faz com que a criança tenha dificuldades para articular determinados fonemas por problemas orgânicos. Quando apresentam alterações nos neurônios cerebrais, ou alguma má formação ou anomalias nos órgãos da fala.
A dislalia audiógena se caracteriza por dificuldades por problemas auditivos. A criança se sente incapaz de pronunciar corretamente os fonemas porque não ouvem bem. Em alguns casos, é necessário que as crianças utilizem próteses. Uma recomendação fundamental para impedir o desenvolvimento da dislalia é para que os pais e familiares do dislálico não fiquem achando engraçadinho quando a criança pronuncia palavras de maneira errada, como “Tota-Tola”, ao invés de “Coca-Cola”.
Fontes consultadas:- Guiadepsicologia.com
Delogopedia.com- Mikinder.blogspot.com
simonboasfalas.com.br
quinta-feira, 1 de março de 2012
LEGISLAÇÃO DE APOIO PARA ATENDIMENTO DE CRIANÇAS COM DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM
LDB 9.394/96
Art. 12 - Os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do
seu sistema de ensino, terão a incumbência de:
I - elaborar e executar sua Proposta Pedagógica.
V - prover meios para a recuperação dos alunos de menor rendimento.
Art. 23 - A educação básica poderá organizar-se em séries anuais, períodos
semestrais, ciclos, alternância regular de períodos de estudos, grupos não
seriados, com base na idade, na competência e em outros critérios, ou por forma
diversa de organização, sempre que o interesse do processo de aprendizagem
assim o recomendar.
Art. 24 - V, a) avaliação contínua e cumulativa; prevalência dos aspectos
qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período.
Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 (ECA)
Art. 53, incisos I, II e III
“a criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho, assegurando-lhes:
I – igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;
II – direito de ser respeitado pelos seus educadores;
III – direito de contestar critérios avaliativos, podendo recorrer às instâncias escolares superiores.”
Deliberação CEE nº 11/96
Artigo 1º - “o resultado final da avaliação feita pela Escola, de acordo com
seu regimento, deve refletir o desempenho global do aluno durante o período
letivo, no conjunto dos componentes curriculares cursados, com preponderância
dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados obtidos
durante o período letivo sobre os da prova final, caso esta seja exigida,
considerando as características individuais do aluno e indicando sua
possibilidade de prosseguimento nos estudos.”
Indicação CEE nº 5/98, de 15/4/98
D.O.E. em 23/9/98
“(...) educação escolar consiste na formação integral e funcional dos
educandos, ou seja, na aquisição de capacidades de todo tipo: cognitivas,
motoras, afetivas, de autonomia, de equilíbrio pessoal, de inter-relação
pessoal e de inserção social.
(...) os conteúdos escolares não podem se limitar aos conceitos e sim devem
incluir procedimentos, habilidades, estratégias, valores, normas e atitudes. E
tudo deve ser assimilado de tal maneira que possa ser utilizado para resolver
problemas nos vários contextos.
(...) os alunos não aprendem da mesma maneira e nem no mesmo ritmo. O que eles
podem aprender em uma determinada fase depende de seu nível de amadurecimento,
de seus conhecimentos anteriores, de seu tipo de inteligência, mais verbal,
mais lógica ou mais espacial. No cotidiano da sala de aula, convivem pelo menos
três tipos de alunos que têm “aproveitamento insuficiente” : os imaturos, que
precisam de mais tempo para aprender; os que têm dificuldade específica em uma
área do conhecimento; e os que, por razões diversas, não se aplicam, não
estudam, embora tenham condições.
(...) recuperar significa voltar, tentar de novo, adquirir o que perdeu, e não
pode ser entendido como um processo unilateral. Se o aluno não aprendeu, o
ensino não produziu seus efeitos, não havendo aqui qualquer utilidade em
atribuir-se culpa ou responsabilidade a uma das partes envolvidas. Para
recobrar algo perdido, é preciso sair à sua procura e o quanto antes melhor:
inventar estratégias de busca, refletir sobre as causas, sobre o momento ou
circunstâncias em que se deu a perda, pedir ajuda, usar uma lanterna para
iluminar melhor. Se a busca se restringir a dar voltas no mesmo lugar,
provavelmente não será bem sucedida.
(...) O compromisso da Escola não é somente com o ensino, mas principalmente
com a aprendizagem. O trabalho só termina quando todos os recursos forem usados
para que todos os alunos aprendam. A recuperação deve ser entendida como uma das
partes de todo o processo ensino-aprendizagem de uma escola que respeite a
diversidade de características e de necessidades de todos os alunos.
(...) Dentro de um projeto pedagógico consistente, a recuperação deve ser
organizada para atender aos problemas específicos de aprendizagem que alguns
alunos apresentam, e isso não ocorre em igual quantidade em todas as matérias
nem em épocas pré-determinadas no ano letivo. A recuperação da aprendizagem
precisa: - ser imediata, assim que for constatada a perda, e contínua; ser
dirigida às dificuldades específicas do aluno; abranger não só os conceitos,
mas também as habilidades, procedimentos e atitudes.
(...) A recuperação paralela deve ser preferencialmente feita pelo próprio
professor que viveu com o aluno aquele momento único de construção do
conhecimento. Se bem planejada e baseada no conhecimento da dificuldade do
aluno, é um recurso útil.”
Parecer CEE nº 451/98 - 30/7/98
D.O.E. de 01/08/98, páginas 18 e 19, seção I
"a expressão '...rendimento escolar...' , que se encontra no inciso V do
artigo 24 da Lei 9.394/96, se refere exclusivamente a aprendizagem cognitiva?
Resposta: Não. A legislação sobre avaliação/verificaçã o do rendimento escolar,
sobretudo o referido artigo, não restringe a expressão "rendimento
escolar" exclusivamente à aprendizagem cognitiva.
A lei 9.394/96, ao tratar da educação básica,
situou-a no quadro de abertura que permitiu, aos que dela fossem cuidar, em
seus diferentes níveis e modalidades, a pensasse como um todo e a explicitasse,
nos limites do seu texto, em sua proposta pedagógica e em seu regimento. Na
elaboração dessa proposta e desse regimento, consubstanciado certamente numa
visão de homem, de sociedade e, por conseqüência, numa concepção de educação e
de avaliação, cuidados especiais deverão ser tomados para que estejam contidos,
nesses instrumentos, procedimentos referentes ao processo ensino-aprendizagem ,
e em particular ao de verificação do rendimento escolar.
O legislador deixou sob a responsabilidade da escola e de toda sua equipe a
definição do projeto de educação, de metodologia e de avaliação a serem
desenvolvidas. Abandonou detalhes para agarrar-se ao amplo, ao abrangente.
Aponta, por isso, para uma educação para o progresso, onde estudo e avaliação
devem caminhar juntos, esta última como instrumento indispensável para permitir
em que medida os objetivos pretendidos foram alcançados. Educação vista como um
processo de permanente crescimento do educando, visando seu pleno
desenvolvimento, onde conceitos, menções e notas devem ser vistos como mero
registros, prontos a serem alterados com a mudança de situação. E, nessa busca
do pleno desenvolvimento e do processo do educando, estão presentes outros
objetivos que não só os de dimensão cognitiva mas os de natureza sócio-afetiva
e psicomotora, que igualmente precisam ser trabalhados e avaliados. O cuidado
deve estar é no uso que se pode fazer desta avaliação, não a dissociando da
idéia do pleno desenvolvimento do indivíduo."
Lei nº 10.172 de 9 de janeiro de 2001 - Plano Nacional de
Educação
Capítulo 8 - Da Educação Especial
8.2 - Diretrizes
A educação especial se destina a pessoas com necessidades especiais no campo da
aprendizagem, originadas quer de deficiência física, sensorial, mental ou
múltipla, quer de características como de altas habilidades, superdotação ou
talentos.
(...) A integração dessas pessoas no sistema de ensino regular é uma diretriz
constitucional (art. 208, III), fazendo parte da política governamental há pelo
menos uma década. Mas, apesar desse relativamente longo período, tal diretriz
ainda não produziu a mudança necessária na realidade escolar, de sorte que
todas as crianças, jovens e adultos com necessidades especiais sejam atendidos
em escolas regulares, sempre que for recomendado pela avaliação de suas
condições pessoais. Uma política explícita e vigorosa de acesso à educação, de
responsabilidade da União, dos Estados e Distrito Federal e dos Municípios, é
uma condição para que às pessoas especiais sejam assegurados seus direitos à
educação.
Tal política abrange: o âmbito social, do reconhecimento das crianças, jovens e
adultos especiais como cidadãos e de seu direito de estarem integrados na
sociedade o mais plenamente possível; e o âmbito educacional, tanto nos
aspectos administrativos (adequação do espaço escolar, de seus equipamentos e
materiais pedagógicos), quanto na qualificação dos professores e demais
profissionais envolvidos.
O ambiente escolar como um todo deve ser sensibilizado para uma perfeita
integração. Propõe-se uma escola integradora, inclusiva, aberta à diversidade
dos alunos, no que a participação da comunidade é fator essencial. Quanto às
escolas especiais, a política de inclusão as reorienta para prestarem apoio aos
programas de integração.
(...) Requer-se um esforço determinado das autoridades educacionais para
valorizar a permanência dos alunos nas classes regulares, eliminando a nociva
prática de encaminhamento para classes especiais daqueles que apresentam
dificuldades comuns de aprendizagem, problemas de dispersão de atenção ou de
disciplina. A esses deve ser dado maior apoio pedagógico nas suas próprias
classes, e não separá-los como se precisassem de atendimento especial.
Parecer CNE/CEB nº 17/2001
Resolução CNE/CEB nº 2, de 11 de setembro de 2001
“O quadro das dificuldades de aprendizagem absorve uma diversidade de
necessidades educacionais, destacadamente aquelas associadas a: dificuldades
específicas de aprendizagem como a dislexia e disfunções correlatas; problemas
de atenção, perceptivos, emocionais, de memória, cognitivos, psicolingüísticos,
psicomotores, motores, de comportamento; e ainda há fatores ecológicos e
socio-econômicos, como as privações de caráter sociocultural e nutricional.”
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM
Dificuldade de aprendizagem, por vezes referida como desordem de aprendizagem ou transtorno de aprendizagem, é um tipo de desordem pela qual um indivíduo apresenta dificuldades em aprender efetivamente. A desordem afeta a capacidade do cérebro em receber e processar informação e pode tornar problemático para um indivíduo o aprendizado tão rápido quanto o de outro, que não é afetado por ela.
INCLUSÃO
Entendemos por Inclusão o ato ou efeito de incluir.O conceito de educação inclusiva ganhou maior notoriedade a partir de 1994, com a Declaração de Salamanca. No que respeita às escolas, a ideia é de que as crianças com necessidades educativas especiais sejam incluídas em escolas de ensino regular e para isto todo o sistema regular de ensino precisa ser revisto, de modo a atender as demandas individuais de todos os estudantes. O objetivo da inclusão demonstra uma evolução da cultura ocidental, defendendo que nenhuma criança deve ser separada das outras por apresentar alguma diferença ou necessidade especial. Do ponto de vista pedagógico esta integração assume a vantagem de existir interação entre crianças, procurando um desenvolvimento conjunto, com igualdade de oportunidades para todos e respeito à diversidade humana e cultural. No entanto, a inclusão tem encontrado imensa dificuldade de avançar, especialmente devido as resistências por parte das escolas regulares, em se adaptarem de modo a conseguirem integrar as crianças com necessidades especiais, devido principalmente aos altos custos para se criar as condições adequadas. Além disto, alguns educadores resistem a este novo paradigma, que exige destes uma formação mais ampla e uma atuação profissional diferente da que têm experiência. Durante diversas etapas da história da educação, foram os educadores especiais que defenderam a integração de seus alunos em sistemas regulares, porém, o movimento ganhou corpo quando a educação regular passou a aceitar sua responsabilidade nesse processo, e iniciativas inclusivistas começaram a história da educação inclusiva ao redor do mundo.
TECNOLOGIAS ESPECIAIS PARA CRIANÇAS ESPECIAIS
A Educação Especial desenvolve-se em torno da igualdade de oportunidades, em que todos os indivíduos, independentemente das suas diferenças, deverão ter acesso a uma educação com qualidade, capaz de responder a todas as suas necessidades. Desta forma, a educação deve-se desenvolver de forma especial, numa tentativa de atender às diferenças individuais de cada criança, através de uma adaptação do sistema educativo. A evolução das tecnologias permite cada vez mais a integração de crianças com necessidades especiais nas nossas escolas, facilitando todo o seu processo educacional e visando a sua formação integral. No fundo, surge como uma resposta fundamental à inclusão de crianças com necessidades educativas especiais num ambiente educativo.Como uma das respostas a estas necessidades surge a utilização da tecnologia, com o desenvolvimento da Informática veio a se abrir um novo mundo recheado de possibilidades comunicativas e de acesso à informação, manifestando-se como um auxílio a pessoas com necessidades educativas especiais.Partindo do pressuposto que aprender é fazer, a tecnologia deve ser encarada como um elemento cognitivo capaz de facilitar a estruturação de um trabalho viabilizando a descoberta, garantindo condições propícias para a construção do conhecimento. Na verdade são inúmeras as vantagens que advêm do uso das tecnologias no campo do ensino – aprendizagem no que diz respeito a crianças especiais.Assim, o uso da tecnologia pode despertar em crianças especiais um interesse e a motivação pela descoberta do conhecimento tendo em base as necessidades e interesses das crianças. A deficiência deve ser encarada não como uma impossibilidade mas como uma força, onde o uso das tecnologias desempenha um papel significativo.
O uso das tecnologias no campo do ensino-aprendizagem traz inúmeras vantagens no que respeita às crianças com necessidades especiais, permitindo:
*Alargar horizontes levando o mundo para dentro da sala de aula;
*Aprender fazendo;
*Melhorar capacidades intelectuais tais como a criatividade e a eficácia;
*Permitir que um professor ensine simultaneamente em mais de um local;
*Permitir vários ritmos de aprendizagem numa mesma turma;
*Motivar o aluno a aprender continuamente, pois utiliza um meio com que ele se
identifica;
*Proporcionar ao aluno os conhecimentos tecnológicos necessários para ocupar o seu lugar no mundo do trabalho
*Estabelecer a ponte entre a comunidade e a sala de aula.
CRIANÇAS ESPECIAIS
Este termo é muito genérico, abrange as mais diferentes síndromes infantis . Todas as crianças são muito especiais, mas algumas precisam de um apoio, de um olhar, de uma atenção especial, de um acompanhamento e acima de tudo muito carinho. A criança portadora de necessidades especiais, além do direito, tem a necessidade de cursar uma escola normal, de ser tratada com muito carinho e respeito por todos nós.
Saiba mais em www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/infantil/crianca-especial.htm
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
SALA DE RECURSO
O que é Sala de recurso? Direitos dos alunos, dever da escola.
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO
As pessoas com necessidades educacionais especiais têm assegurado pela Constituição Federal de 1988, o direito à educação (escolarização) realizada em classes comuns e ao atendimento educacional especializado complementar ou suplementar à escolarização, que deve ser realizado preferencialmente em salas de recursos na escola onde estejam matriculados, em outra escola, ou em centros de atendimento educacional especializado. Esse direito também está assegurado na LDBEN – Lei nº. 9.394/96, no parecer do CNE/CEB nº. 17/01, na Resolução CNE/CEB nº. 2, de
11 de setembro de 2001, na lei nº. 10.436/02 e no Decreto nº. 5.626, de 22 de dezembro de 2005.
O Atendimento Educacional Especializado é uma forma de garantir que sejam reconhecidas e atendidas as particularidades de cada aluno com Necessidades Educativas Especiais. Este pode ser em uma Sala de Recursos Multifuncionais, ou seja, um espaço organizado com materiais didáticos, pedagógicos, equipamentos e profissionais com formação para o atendimento às necessidades educacionais especiais, projetadas para oferecer suporte necessário às necessidades
educacionais especiais dos alunos, favorecendo seu acesso ao conhecimento. Esse atendimento deverá ser paralelo ao horário das classes comuns. Uma mesma sala de recursos, conforme cronograma e horários pode atender alunos com, altas habilidades/superdotação, dislexia, hiperatividade, déficit de atenção ououtras necessidades educacionais especiais.
...uma nova gestão dos sistemas educacionais prevê a prioridade de ações de ampliação do acesso à Educação Infantil, o desenvolvimento de programas para professores a adequação arquitetônica dos prédios escolares para a acessibilidade. Preconiza também a organização de recursos técnicos e de serviços que promovam a acessibilidade pedagógica e nas comunicações aos alunos com necessidades educacionais especiais em todos os níveis, etapas e modalidades da educação. ( ALVES, 2006, p. 11).
Os princípios para organização das salas de recursos multifuncionais partem da concepção de que a escolarização de todos os alunos, com ou sem necessidades educacionais especiais, realiza-se em classes comuns do Ensino Regular, quando se reconhece que cada criança aprende e se desenvolve de maneira diferente e que o atendimento educacional especializado complementar e suplementar a escolarização podem ser desenvolvidos em outro espaço escolar. Freqüentando o ensino regular e o atendimento especializado, o aluno com necessidades educacionais especiais tem assegurado seus direitos, sendo de responsabilidade da família, da Escola, do Sistema e da sociedade.
AS Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, 2001, em seu artigo 2° orientam que: “Os sistemas de ensino devem matricular todos os alunos, cabendo às escolas organizar-se para o atendimento aos educandos com necessidades educacionais especiais, assegurando as condições necessárias para uma educação de qualidades para todos”. (Alves, 2006, p.11)
O atendimento educacional especializado constitui parte diversificada do currículo dos alunos com necessidades educacionais especiais, organizado institucionalmente para apoiar, complementar e suplementar os serviços educacionais comuns. Dentre as atividades curriculares específicas desenvolvidas no atendimento educacional especializado em salas de recursos se
destacam: o ensino de Libras, o sistema Braille e o soroban, a comunicação alternativa, o enriquecimento curricular, dentre outros, até mesmo o apoio educacional aos professores que estão na sala de aula com o aluno. Esse atendimento não pode ser confundido com reforço escolar ou mera repetição dos conteúdos programáticos desenvolvidos na sala de aula, mas devem constituir um conjunto de procedimentos específicos mediadores do processo de apropriação e produção de conhecimentos. Os alunos atendidos na Sala de Recursos são aqueles que apresentam alguma necessidade educacional especial, temporária ou permanente. Entre eles estão os alunos com dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações no processo de
desenvolvimento que dificultam o acompanhamento das atividades curriculares, os alunos com dificuldades de comunicação e sinalização diferenciadas dos demais, os alunos que evidenciem altas habilidades/superdotação e que apresentem uma grande facilidade ou interesse em relação a algum tema ou grande criatividade
ou talento específico. Também fazem parte destes grupos, os alunos que
enfrentam limitações no processo de aprendizagem devido a condições,
distúrbios, disfunções ou deficiências, tais como: autismo, hiperatividade,
déficit de atenção, dislexia, deficiência física, paralisia cerebral e outros.
O professor da Sala de Recursos (formado em Pedagogia/Educação Especial) deve
atuar, como docente, nas atividades de complementação ou suplementação
curricular específica que constituem o atendimento educacional especializado;
atuar de forma colaborativa com o professor da classe comum para a definição de
estratégias pedagogias que favoreçam o acesso do aluno com necessidades
educacionais especiais ao currículo e a sua interação no grupo; promover as
condições de inclusão desses alunos em todas as atividades da escola; orientar
as famílias para o seu envolvimento e a sua participação no processo
educacional; informar a comunidade escolar a cerca da legislação e normas
educacionais vigentes que asseguram a inclusão educacional; participar do
processo de identificação e tomada de decisões acerca do atendimento às
necessidades especiais dos alunos; preparar material específico para o uso dos
alunos na sala de recursos; orientar a elaboração de material
didático-pedagógico que possam ser utilizados pelos alunos nas classes comuns
do ensino regular; indicar e orientar o uso de equipamentos e materiais
específicos e de outros recursos existentes na família e na comunidade e
articular, com gestores e professores, para que o projeto pedagógico da
instituição de ensino se organize coletivamente numa perspectiva de educação
inclusiva.
CRIANÇAS ESPECIAIS
Crianças especiais? Quem são? Quais os seus direitos?
Crianças com necessidades especiais são aquelas que, por alguma espécie de limitação requerem certas modificações ou adaptações no programa educacional, a fim de que possam atingir seu potencial máximo. Essas limitações podem decorrer de problemas visuais, auditivos, mentais ou motores, bem como de condições ambientais desfavoráveis.
Características das crianças com necessidades especiais:
1.Excepcionais Intelectuais
1.1- Superdotados
1.2- Deficientes mentais
a) educáveis
b) treináveis
c) dependentes
2. Excepcionais por desvios físicos
2.1- Deficientes físicos não sensoriais
2.2- Deficientes físicos
sensoriaisa) deficientes auditivos
b) deficientes visuais
3. Excepcionais psicossociais
3.1- alunos com distúrbios emocionais
3.2- alunos com desajustes sociais
4.Excepcionalidade múltipla
4.1-alunos com mais de um tipo de desvio
Elas têm direito:
À acessibilidade, ou seja, adaptação dos locais, produtos, serviços e informações, permitindo o acesso ao maior número de serviços possíveis independente de suas capacidades físicas, motoras ou intelectuais, rompendo qualquer barreira.
ORAÇÃO DAS CRIANÇAS ESPECIAIS.
"Bem aventurados os que compreendem o meu estranho passo
a caminhar.
Bem aventurados os que compreendem que ainda que meus olhos
brilhem, minha mente é lenta
Bem aventurados os que olham e não vêem a comida que eu deixo cair fora do prato.
Bem aventurados os que, com um sorriso nos lábios, me estimulam a tentar mais uma vez.
Bem aventurados os que nunca me lembram que hoje fiz a mesma pergunta duas vezes.
Bem aventurados os que compreendem que me é difícil converter em palavras os meus
pensamentos.
Bem aventurados os que me escutam, pois eu também tenho algo a dizer.
Bem aventurados os que sabem o que sente o meu coração, embora não o
possa expressar.
Bem aventurados os que me amam como sou, tão somente como sou, e não como eles gostariam que eu fosse."
Autor desconhecido
SALA DE RECURSO/ MULTIFUNCIONAL
O que é realizado
na sala de recurso/multifuncional?
* As salas multifuncionais desenvolvem
o Atendimento Educacional Especializado (AEE) que consiste, basicamente, na
utilização de recursos educacionais específicos e suas estratégias pedagógicas
de acordo com a necessidade de cada aluno, complementando e/ou suplementando a
educação do ensino regular.
* O papel do atendimento educacional
especializado é o de oferecer o acesso à informação, comunicação e conhecimento
do aluno com deficiência, por meio de instrumentos e equipamentos
especializados e de adaptações arquitetônicas, promovendo a Inclusão deste no
ensino regular.
* Os professor da sala multifuncional é
acima de tudo um mediador-investigador, pois está em constante contato com a
família e/ou responsável da criança, professores do ensino regular e
profissionais de diversas áreas (fisioterapeuta, fonoaudióloga, terapeuta
ocupacional, assistente social,...) que desenvolvem serviços específicos com o
aluno com deficiência para buscar maiores informações a respeito deste.
* Com base nos dados coletados e o
professor de sala multimeios elabora um plano de AEE para o aluno com
deficiência que esteja articulado com a proposta pedagógica do ensino comum e,
a partir disso, se necessário, o professor de sala multifuncional confeccionará
e/ou indicará materiais e recursos de acessibilidade que poderão ser instalados
e/ou utilizados no espaço escolar.
* O AEE é uma modalidade de ensino e não pode ser confundido com REFORÇO ESCOLAR, apoio pedagógico ou com atendimento clínico, tampouco como substituto dos serviços educacionais comuns.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
2012- NOVOS DESAFIOS!
Alegria, satisfação, sonho realizado.....2012 depois de tanto aguardar consegui realizar meu sonho de trabalhar em uma sala de recurso.
Estou super satisfeita em aceitar esse
novo desafio. Sempre desejei trabalhar com a educação especial e nosso
maravilhoso Deus deu-me essa oportunidade no momento certo. Agradeço a todas
minhas colegas de trabalho que me apoiaram nessa nova caminhada.
Há duas formas para viver a vida: uma é acreditar que não existe milagre... a outra é acreditar que todas as coisas são um milagre!
Albert Einstein.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
MENSAGEM PARA OS ALUNOS
QUERIDOS ALUNOS:
Estamos juntos!
Você e eu...nós
Algumas horas no dia a dia,
mas juntos...
É o que importa!
Vamos caminhar juntos,
bem juntos, as mãos unidas,
o coração alegre...
juntos, passo a passo.
Aqui, lhe daremos amor
a cada instante de união:
-no trabalho
-nas palavras ditas e pensadas
-nas brincadeiras...
Muitas vezes lhe diremos "NÃO"
E guardaremso pra depois o " SIM"
poderemos ficar zangadas
e até falar mais lato...
Saiba porém que isto
também é AMOR
O IMPORTANTE É QUE ESTAMOS JUNTOS.
Um super abraço da profe que os ama muito.
ORAÇÃO DO PROFESSOR
Dai-me, Senhor, o dom de ensinar
Dai-me esta graça que vem do amor.
Mas, antes do ensinar, Senhor,
Dai-me o dom de aprender.
Aprender a ensinar
Aprender o amor de ensinar.
Que o meu ensinar seja simples, humano e alegre, como o amor.
De aprender sempre.
Que eu persevere mais no aprender do que no ensinar.
Que minha sabedoria ilumine e não apenas brilhe.
Que o meu saber não domine ninguém, mas leve à verdade.
Que meus conhecimentos não produzam orgulho,
Mas cresçam e se abasteçam da humildade.
Que minhas palavras não firam e nem sejam dissimuladas,
Mas animem as faces de quem procura a luz.
Que a minha voz nunca assuste,
Mas seja a pregação da esperança.
Que eu aprenda que quem não me entende
Precisa ainda mais de mim,
E que nunca lhe destine a presunção de ser melhor.
Dai-me, Senhor, também a sabedoria do desaprender,
Para que eu possa trazer o novo, a esperança,
E não ser um perpetuador das desilusões.
Dai-me, Senhor, a sabedoria do aprender
Deixai-me ensinar para distribuir a sabedoria do amor.
Autor: Antonio Pedro Schlindwein
VÊNUS VAI REGER 2010
O AMOR ESTÁ NO AR!!
O amor vai estar no ar em 2010! Querem saber o motivo? Vênus, o planeta da afetividade e da beleza, é que vai reger 2010. O ano será ótimo para você se resolver no lado afetivo. Isso porque o amor terá uma grande influencia sobre nós. Até quem não está levando o romance como uma prioridade, irá se render. Paqueras, namoros e casamentos serão favorecidos! Vênus tem como missão unir as almas gêmeas e reconciliar os que brigaram. Quem está procurando, poderá encontrar aquela pessoa por quem espera há muito tempo. O ano também será ótimo para resolver questões conjugais que ficaram mal resolvidas no passado. Mas, aí vai uma dica! Da mesma maneira que Vênus favorece os encontros amorosos, ele também estimula ciúmes e rivalidades. Então, nada de descuidar da relação! Existe o risco de aparecer uma terceira pessoa. Vênus também vai influenciar na sua beleza, na criatividade e em todo tipo de parcerias. As pessoas ficarão mais voltadas para as tendências da moda e preocupadas com a aparência! Quem trabalha com artes, relações públicas e propaganda receberá um impulso extra na profissão. Além da vida amorosa, Vênus também mandará boas energias para a sua vida financeira. Aproveite para cortar os gastos, pagar as dívidas e receber dívidas. No trabalho, os acordos serão favorecidos, então, é hora de investir!
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